Primeira comunhão
O que os avós e os padrinhos lhe disseram naquele dia, guardado para quando crescer
Depois da missa, a família lê um QR code e grava um minuto de vídeo, envia as fotografias do dia ou escreve umas palavras. Nas 24 horas seguintes ao fecho da recolha do seu evento recebe um primeiro filme montado, e depois cria o seu filme personalizado.
Criar o meu livro de honra em vídeo49 € uma única vez · QR code enviado de imediato
O que é um livro de honra em vídeo para uma primeira comunhão?
Um livro de honra em vídeo de primeira comunhão é um QR code que a família e os amigos leem com o telemóvel, no almoço que se segue à missa ou antes dele, para deixar uma mensagem à criança. Cada pessoa pode gravar até 3 mensagens de vídeo de um minuto, enviar fotografias (várias de uma vez) ou escrever umas linhas, diretamente no navegador, sem instalar aplicações e sem criar conta. Os padrinhos, os avós, os tios que vivem no estrangeiro recebem o mesmo link e participam de casa. Durante a refeição, as fotografias podem passar numa apresentação em direto, num ecrã com navegador e ligação à Internet. Nas 24 horas seguintes ao fecho da recolha do seu evento, as mensagens de vídeo são montadas num primeiro filme, com música e títulos; depois, cria um filme personalizado com as fotografias e as mensagens escritas, e descarrega tudo. Na Video Message custa 49 € por evento, uma única vez, sem limite de convidados.
Como é que se faz
Prepara a sua área antes do dia
O QR code e o link chegam por e-mail logo a seguir à compra. Acrescenta o nome da criança, escolhe uma música serena e imprime um cartão para as mesas do almoço, com a pergunta que quer fazer à família.
A família participa antes e durante a festa
Lê-se o código, a página abre no navegador, fala-se um minuto, ou enviam-se fotografias e umas palavras. Cada um indica o momento: a missa, as fotos de família, a refeição, a celebração. Quem não pôde vir recebe o link.
O primeiro filme chega nas 24 horas seguintes ao fecho da recolha
A montagem arranca sozinha. Recebe o primeiro filme com as mensagens de vídeo e cada mensagem em separado; depois, cria o filme personalizado com as fotografias e as mensagens escritas, pela ordem e com o ambiente que escolher.
Porque é que este dia se presta a isto
Uma primeira comunhão junta à mesma mesa gerações que raramente se sentam juntas. É a ocasião em que mais gente tem uma palavra para a criança, e em que menos se diz.
Os padrinhos têm um papel
O padrinho e a madrinha acompanharam o batismo e voltam a estar ao lado da criança. Uma câmara e uma pergunta dão-lhes o enquadramento para dizer o que esse papel significa para eles, coisa que raramente se diz à mesa.
Os avós falam de outra época
Muitos avós lembram-se da sua própria primeira comunhão, da roupa, da igreja da aldeia, do almoço que se seguiu. Contada a um neto, essa memória passa de geração em geração. Gravada, fica.
A família que vive longe
Os tios em França, na Suíça ou no Luxemburgo nem sempre conseguem vir a um domingo de maio. Recebem o link e gravam de casa, e no filme montado nada distingue a mensagem deles da de quem estava à mesa.
Ninguém instala nada
Sem aplicação e sem palavra-passe: basta apontar a câmara ao cartão da mesa. A bisavó grava com a mesma facilidade que o primo de quinze anos, e muitas vezes ao lado dele.
A criança não vai ver este filme este ano
Aos oito ou nove anos, uma criança vive o dia da primeira comunhão pelo vestido, pelo fato, pelas prendas e pelos primos. As palavras dos adultos passam-lhe ao lado, e é normal.
O público verdadeiro do filme é a pessoa que ela vai ser daqui a quinze ou vinte anos. Nessa altura, ouvir a voz de um avô que talvez já cá não esteja, ou a madrinha a explicar porque aceitou aquele papel, tem um peso que nenhuma fotografia tem.
Por isso vale a pena pedir mensagens dirigidas à criança mais tarde, e não só felicitações do dia. «O que gostavas que ela soubesse quando fizer dezoito anos?» dá outro filme.
Três perguntas que mudam o filme
“Lembras-te da tua primeira comunhão? Conta-lhe como foi.”
“O que significa para ti ser padrinho dele?”
“O que gostavas que ela soubesse quando fizer dezoito anos?”
Respeitar a missa, aproveitar o almoço
A celebração na igreja é um momento de recolhimento, e não é altura para pedir a ninguém que pegue no telemóvel. O código fica para depois.
O almoço de família é o melhor momento. As pessoas estão sentadas, ninguém tem pressa, e há sempre aquele intervalo entre o prato e o bolo em que uma mesa inteira decide gravar junta. Ponha um cartão em cada mesa e peça a alguém, um dos padrinhos por exemplo, que fale do assunto uma vez em voz alta.
As fotografias tiradas à saída da igreja e no almoço chegam pelo mesmo código. Se houver um ecrã ou uma televisão na sala, abra o link da apresentação: as fotografias passam em direto, automaticamente ou depois da sua aprovação, se preferir ver cada uma antes de aparecer.
Fotografias, palavras escritas e dois filmes
Nem todos querem falar para uma câmara. O mesmo QR code aceita as três formas, e tudo chega ao mesmo sítio.
As fotografias de toda a família
Cada convidado envia as fotografias que tirou, várias de uma vez. As do adro da igreja, as do almoço, as fotos de família: ficam todas num só álbum, para descarregar em ZIP.
Uma palavra escrita, para guardar
Umas linhas assinadas com o nome próprio, para quem prefere escrever. Ficam reunidas no livro de mensagens, um PDF que se guarda ou se manda imprimir, ao lado das recordações do dia.
O primeiro filme e o filme personalizado
O primeiro filme reúne os padrinhos, os avós e toda a família. O filme personalizado acrescenta as fotografias e as mensagens escritas, com a música, as cores do filme, o ambiente das transições e os textos de abertura e de fecho que escolher.
Partilhar com quem não veio
Os filmes partilham-se com um simples link. Pela segurança dos convidados, tudo é apagado 3 meses depois do primeiro filme: a data limite aparece na sua área e recebe um e-mail a lembrar, para ter tempo de descarregar.
Perguntas frequentes
Em que momento do dia é melhor recolher as mensagens?
No almoço ou no lanche que se segue à missa, e não durante a celebração. À mesa as pessoas gravam com calma e falam mais tempo. Quem não vem pode participar antes, pelo link.
Os avós conseguem gravar sozinhos?
Conseguem. Não há aplicação nem conta: apontam a câmara ao código e a página abre. Peça a um neto mais velho que se sente ao lado deles na primeira vez. Depois, são muitas vezes os avós que convencem o resto da mesa.
A família que vive no estrangeiro pode participar?
Pode. Partilhe o link por mensagem ou por e-mail, e cada um grava do telemóvel ou do computador, envia fotografias ou escreve umas palavras, esteja onde estiver.
O que se deve pedir à família que diga?
Uma pergunta concreta, escrita no cartão. «O que gostavas que ele soubesse quando fizer dezoito anos?» dá uma resposta a sério; «deixa uma palavrinha» dá trinta felicitações parecidas.
Os convidados podem enviar fotografias?
Podem, e é o que mais chega num dia destes: o vestido ou o fato, a vela, a família à saída da igreja. Cada convidado envia as que quiser, várias de uma vez, e indica o momento a que pertencem. Podem passar na apresentação em direto durante o almoço e entram no filme personalizado, se as escolher.
Podemos usar o mesmo código para dois irmãos que fazem a comunhão juntos?
Podem, se for a mesma celebração: um código serve para um evento, mesmo com duas crianças. Para duas festas em datas diferentes, use um código por festa. Três códigos custam 99 €.
O que se recebe, e por que preço?
49 € uma única vez pela festa, sem subscrição nem custo por convidado. Inclui o QR code e o link logo a seguir à compra, a apresentação em direto, o primeiro filme nas 24 horas seguintes ao fecho da recolha, o filme personalizado, as fotografias e os vídeos em ZIP e o livro de mensagens em PDF.
A criança vai poder ver o filme daqui a vinte anos?
Vai, se o guardar consigo. Nos nossos servidores, tudo é apagado 3 meses depois da entrega do primeiro filme, pela segurança dos convidados; a data limite aparece na sua área e recebe um e-mail a lembrar. Descarregue os filmes, as fotografias e o PDF, e guarde uma cópia em mais do que um sítio.
Um dia vai querer ouvi-los outra vez
A família inteira à mesma mesa, por causa dela. É o momento de lhes pedir que digam alguma coisa que fique.
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