Finalistas
Cinco anos de curso, e no fim fica uma fotografia à porta da faculdade
A família e os colegas leem um QR code e gravam um minuto de vídeo. No dia seguinte recebe um filme montado, com quem acompanhou aqueles anos a dizer aquilo que nunca disse em voz alta.
Criar o meu livro de honra em vídeo49 € uma única vez · QR code enviado de imediato
O que é um livro de honra em vídeo para finalistas?
Um livro de honra em vídeo de finalistas é um QR code que a família e os amigos leem com o telemóvel para gravar uma mensagem de um minuto dirigida a quem acabou o curso. A gravação faz-se no navegador, sem instalar aplicações e sem criar conta, o que permite a um avô gravar com a mesma facilidade que um colega de turma. Quem não pôde vir à entrega de diplomas — a família emigrada em França, na Suíça ou no Luxemburgo, os padrinhos que ficaram na terra — recebe o mesmo link e grava de casa. Todas as mensagens são depois montadas num único filme, com música e títulos, que descarrega e guarda. Na Video Message custa 49 € por evento, uma única vez, sem limite de participantes.
Como é que se faz
Escolhe a pergunta
O QR code chega por e-mail logo a seguir à compra. Na área de cliente acrescenta o nome e o curso, escolhe a música e imprime o cartaz com a pergunta que quer que as pessoas leiam ao lado do código.
Grava-se entre duas fotografias
A câmara do telemóvel chega para abrir a página. Um minuto e está enviado. Quem está longe recebe o mesmo link por mensagem e grava de casa.
O filme chega no dia seguinte
A recolha fecha no dia seguinte à festa e a montagem arranca automaticamente. Recebe um filme único, mais cada mensagem em separado, para descarregar e guardar.
Porque é que este dia se presta a isto
A entrega de diplomas é fotografada de todos os ângulos e não deixa registo nenhum do que as pessoas diziam naquela tarde.
Os avós quase nunca falam disto
Um avô que andou quatro anos na escola tem alguma coisa para dizer a um neto que acabou um mestrado, e não a diz à mesa do almoço. Uma pergunta escrita e uma câmara dão-lhe o enquadramento que lhe falta.
A família que segue de longe
Há famílias inteiras em que os pais ou os tios trabalham em França, na Suíça ou no Luxemburgo enquanto os filhos estudam cá. Não conseguem vir a uma quinta-feira de manhã por causa de uma cerimónia, e é a eles que aquele diploma mais diz. Gravam da cozinha deles, e no filme montado nada distingue a mensagem deles da de quem estava na sala.
O curso dispersa-se em três meses
O grupo que partilhou casa, cadeiras e noites de véspera de exame vai estar espalhado por quatro cidades antes do Natal. A queima das fitas ou o jantar de curso é a última vez que estão todos no mesmo sítio, e toda a gente o sabe vagamente.
Ninguém instala nada
Nem aplicação, nem conta, nem palavra-passe. A câmara abre assim que o código é lido. É isso que torna possível pedir a uma tia de setenta anos que grave sozinha.
O primeiro da família a tirar um curso
Em muitas famílias portuguesas este é o primeiro diploma que entra em casa. Os pais falam pouco sobre isso, porque não têm o hábito, e porque a emoção deste género de dia acaba a sair em frases curtas e em fotografias tiradas à pressa.
Uma pergunta feita por escrito muda esse silêncio. Um pai que não diria nada ao almoço grava sessenta segundos sozinho dentro do carro e diz o que pensou durante cinco anos. É esse clipe que a família vai voltar a abrir, e não a fotografia do grupo com o traje à porta da faculdade.
Três perguntas que dão outro filme
“De que é que te vais lembrar destes anos daqui a dez?”
“Em que momento é que percebeste que ele ia conseguir?”
“Diz-lhe uma coisa que gostavas de ter ouvido com a idade dele.”
O que pedir às pessoas que digam
Sem instrução nenhuma, um convidado diz «parabéns, mereceste» e pára. Sete segundos. Trinta vezes sete segundos não se vê até ao fim.
Uma pergunta escrita ao lado do código muda o que as pessoas contam, porque cada um responde ao que lhe perguntam. «O que é que este curso te custou que ninguém viu?» obriga a falar dos anos e não da cerimónia. «Do que é que tinhas mais medo no primeiro ano?» devolve histórias que ninguém em casa conhece.
Escreva-a com as suas palavras e para aquela pessoa em concreto. Uma pergunta despachada em dois minutos produz mais ou menos o mesmo que nenhuma.
Onde é que se recolhe, afinal
A cerimónia oficial é curta, cheia de gente a andar de um lado para o outro, e com um horário que ninguém controla. Recolher só ali dá poucas mensagens e todas apressadas.
O que funciona é o almoço ou o jantar que vem a seguir, quando as pessoas já estão sentadas e ninguém tem pressa. Ponha o cartaz nas mesas e peça a alguém que anuncie o assunto uma vez em voz alta. Nas festas em que ninguém fala do código recolhe-se uma fração do que se podia ter recolhido.
Se o curso tiver queima das fitas e entrega de diplomas separadas por várias semanas, escreva-nos: alargamos o prazo de recolha e o mesmo código serve para os dois momentos.
O 12.º ano conta tanto como uma licenciatura
Nem todos os finalistas saem de uma faculdade. Um 12.º ano acaba com um baile, uma viagem e uma turma que se separa por completo — muitas vezes de forma mais definitiva do que um curso superior, onde ainda se partilham grupos e cidades durante anos.
Funciona exatamente da mesma maneira, e o que se pede é que muda. Aos dezoito anos ninguém tem percurso para comentar, por isso peça a cada um que descreva o outro tal como ele é naquele ano. É o género de clipe que parece banal em julho e passa a valer muito aos trinta.
Perguntas frequentes
A família que vive no estrangeiro pode gravar?
Pode. Partilhe o link por mensagem ou por e-mail e cada um grava do telemóvel ou do computador, esteja em França, na Suíça, no Luxemburgo ou noutro sítio qualquer. A mensagem é montada no filme no meio das dos convidados presentes, e nada indica quem esteve na sala e quem não esteve.
Serve para o 12.º ano ou só para o ensino superior?
Serve para os dois, e também para um mestrado, um doutoramento ou um curso profissional. O que muda é a pergunta que escreve: a um finalista do secundário pede-se que os colegas o descrevam tal como ele é naquele ano, a alguém que acabou uma licenciatura pede-se o que aqueles anos custaram.
O que se deve pedir às pessoas que digam?
Uma pergunta concreta, escrita ao lado do QR code. «O que é que este curso te custou que ninguém viu?» dá uma resposta a sério; «deixa uma palavrinha» dá trinta vezes «parabéns, mereceste». É o único ajuste que muda mesmo a qualidade do filme final.
Em que momento do dia é melhor recolher?
Depois da cerimónia, no almoço ou no jantar, e não durante a entrega de diplomas. Na cerimónia ninguém está parado nem tem as mãos livres; à mesa as pessoas gravam com calma e falam muito mais tempo.
E se a queima das fitas e a entrega de diplomas forem em semanas diferentes?
Por omissão a recolha fecha no dia seguinte à data que indicar. Se os dois momentos estiverem separados por semanas, escreva-nos e alargamos o prazo: o mesmo código passa a servir para os dois, e tudo vai parar ao mesmo filme.
Os avós conseguem gravar sozinhos?
Na grande maioria dos casos sim, porque não há nada para instalar nem sítio nenhum onde entrar: a câmara abre assim que leem o código. O que ajuda é alguém mais novo ficar ao lado das duas primeiras pessoas de uma mesa; o resto da mesa segue sozinho.
O que se recebe, e por que preço?
49 € uma única vez por evento, sem subscrição e sem custo por participante. Recebe o QR code de imediato e, depois, um filme montado nas 24 horas seguintes ao fecho da recolha, além de cada mensagem individual para descarregar e guardar.
Da cerimónia fica uma fotografia e mais nada
Aquelas pessoas juntaram-se todas por causa dele, uma vez. É o único dia em que lhes pode pedir que digam alguma coisa a sério à frente de uma câmara.
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